terça-feira, 4 de abril de 2017

HOMEM BOMBA MATA PESSOAS AO EXPLODIR DENTRO DE METRÔ NA RÚSSIA

Dez pessoas morreram e 37 ficaram feridas em uma explosão no metrô de Petersburgo, na Rússia. A notícia tomou os meios de comunicação e redes sociais. Autoridades do país ainda não confirmaram se trtarget _blankatar de ação terrorista. Sabe-se que um homem teria em ato suicida entrado no vagão com explosivos no corpo.
Em 2010, o terrorismo foi comprovado na capital do país, quando morreram pelo menos 30 pessoas. Por isso, temendo por novos atos, foi reforçada a segurança no metrô de Moscou. 
As informações foram divulgadas pela ministra da Saúde do país, Veronika Skvortsova, conforme o site Terra, fonte de onde foi extraída a informação e também a foto. Clique no título da reportagem do site Terra para ver maiores detalhes.

Explosão na Rússia matou 10 pessoas, confirma ministra



domingo, 12 de março de 2017

SEMPRE HAVERÁ UM REPÓRTER SOLITÁRIO EM UM PEQUENO OU GRANDE VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO

Ao ler o artigo do jornalista e professor universitário Leandro Olegário, no Observatório da Imprensa, publicado no início deste mês, me peguei em reflexão. A solidão do repórter que convive quase sempre, no desenrolar da matéria, com três estigma: verdade, exclusividade e aceitação. Em "Precisa-se de Repórteres", destaco o avanço tecnológico, a busca nem sempre fácil pela informação e o mundo da informação, onde todos somos repórteres.
Na afirmação de Olegário me atrevo a acrescentar e mexer em sua ordem: "quando todos podem falar e escrever" é mesmo difícil ouvir, "ler e escrever" ou ouvir, "escrever e ler". Com a frase tão falada, ouvida em meus primeiros anos de escola, "a ordem dos fatores não altera o produto", quero compartilhar da solidão de um repórter, nem sempre reconhecido como tal.
Às vezes até estereotipado. Que tem como "único fiscalizador do seu ofício a própria sociedade", como lembrou Olegário. E nessa sociedade, acredito, está incluso o próprio jornalista (apresentador, analista ou redador, etc) que muitas vezes ignora as dificuldades do colega.
O formato antigo - o do repórter da exclusividade, já foi banido há muito e vem sendo, cada vez mais, pela tecnologia. Quanto à sua extinção, que já ocorre pela chegada do repórter que se torna o cidadão comum - menino ou menina, jovem ou adulto, parece ser fato. 
Resta, então, exaltar o diferencial, conforme o artigo, o "espirito corajoso do repórter, que para desempenhar sua função, em um mundo movido pela fetiche da velocidade e das interações virtuais", é esmagado e às vezes se sente até injustiçado "pela pressão do tempo (dead line) e do "espaço (não só nos veículos impressos, digitais e eletrônicos), mas, pela busca do reconhecimento seja em um site, jornal, rádio ou TV. 
Concluindo, num veículo de informação pequeno do interior, ou da capital; ou nos grandes conglomerados da informação, nacional ou internacional; ou mesmo das rádios Comércio e Sul Fluminense e jornais A Voz da Cidade e Diário do Vale, que são aqui da região; ou no Observatório da Imprensa, haverá sempre um repórter solitário.

sexta-feira, 3 de março de 2017

PREOCUPAÇÃO COM MEDICAMENTOS E VACINAS EM BM E VR

Dias antes do Carnaval, a reportagem dos jornais Voz da Cidade Diário do Vale divulgaram notícias das secretarias de Saúde da região. A falta de remédios como Sinvastatina, Insulinas, Omeprazol, entre outros, em Volta Redonda. E em Barra Mansa, sobre a população que fazia fila em frente à Secretaria em busca da vacina contra a febre amarela.  
As dificuldades encontradas por moradores nas duas cidades seria porque muitos estariam tendo que comprar os medicamentos e a vacina. Os jornais ouviram, por intermédio de órgãos ligados, as respectivas secretarias de Saúde de cada município.
Em Volta Redonda, na ocasião, o coordenador da Farmácia Municipal, Sérgio Fabença, informou que havia recebido R$ 250 mil em medicamentos da Atenção Básica e que os mesmos já estavam em processo de distribuição.
Meados de fevereiro, quando feita a reportagem em Barra Mansa, representante da Saúde falou da importância das pessoas avaliarem a necessidade ou não de ter que viajar para áreas de riscos. 
O setor imunológico revelou que passou a receber da Secretaria Estadual de Saúde 600 vacinas por mês para atender a demanda, desde que os casos de febre amarela passaram a ocorrer em Minas Gerais.

Com base em reportagens da Voz da Cidade e Diário do Vale:
Postos de Saúde continuam com falta de medicamentos -
Farmácia popular de VR está sem medicamento para uso continuo -
BM orienta população para evitar correria em busca de vacina -

quinta-feira, 2 de março de 2017

COM DESTAQUE À CASA COMUM, CF-2017 É LANÇADA EM VOLTA REDONDA

A mesa: Adriana, o Bispo Dom Francisco, padre Juarez e Léo.
Lançada ontem (1) à tarde a Campanha da Fraternidade 2017, em Volta Redonda. Com o tema Biomas Brasileiros e Defesa da Vida, baseado na passagem bíblica (Gn 2,15) "Cultivar e guardar a criação", o bispo Dom Francisco Biasin falou sobre o tema, acompanhado do Padre Juarez Sampaio, do analista ambiental Sandro Leonardo, o Léo, e da coordenadora da Comissão Ambiental Sul, Adriana Vasconcelos. O evento ocorreu no auditório da Cúria Diocesana, na Vila Santa Cecília.
O bispo falou do envolvimento de segmentos da igreja na defesa da vida e da Casa Comum, a Mata Atlântica, um dos biomas mais atingidos, citando os outros: Amazônia, Caatinga, Pampa e Pantanal. Expliciotu os problemas, importância e a necessidade urgente da preservação deles, em função da vida. 
Alguns pontos se destacaram durante à coletiva: a questão da poluição provocada pela CSN no bairro Volta Grande, em Volta Redonda, o Rio Paraíba do Sul  e a constatação de que, entre os citados, a Mata Atlântica é onde problemas estão mais evidentes e mais ao alcance da igreja local.
Se em Barra Mansa e em Volta Redonda, respectivamente, há apenas 11% e 10% de mata preservada, como lembrou Léo, a cidadania, independente de religião, precisa ser exercida, complementou Dom Francisco.
Material da CF-2017
Segundo ele, a Campanha da Fraternidade deste ano, em continuidade a do ano passado, vê a questão ecológica em sua globalidade. "Quando se atinge a natureza, atinge sempre os mais pobres", lembrou, destacando que "defender e recuperar o Rio Paraíba é de vital importância para nós". 
Se perguntas foram poucas, as respostas são muitas e se resumem à fala da mesa, que chama as comunidades à preservação, ao cuidado e luta, mostrando culpados: população, (cidadão comum), grandes empresas (empresários), pecuaristas e monocultores da soja, entre outros. 
A preocupação da Igreja com Biomas é justificada pelo Padre Juarez Sampaio, que fez um breve resumo das outras campanhas da igreja católica, reportando-se às décadas de 1970 e 1980, quando o assunto também referiu-se à questão ecológica. 
"Onde há mata preservada?", indagou o padre, citando desertificação e braqueara às margens das Rodovias. "Não adianta hospital de ponta, se não temos água de qualidade", ressaltou.
A ambientalista Adriana, que coordena comissão nascida de pastoral da igreja, lembrou que o rio Brandão, que corta a cidade de Volta Redonda, se purifica, quando passa por dentro da Floresta da Cicuta, ou seja, o bioma Cicuta preservado funciona como um filtro. "A maior crise que temos hoje, e a crise ecológica", disse.
O também engenheiro de floresta, Léo, enumerou a deterioração de cada bioma, destacando a Mata Atlântica, devastada desde a descoberta do Brasil e que conta, atualmente, com apenas 12% de toda sua extensão original. 
E o mais grave: da pequena extensão que há hoje, 80% estão fragmentadas em matas, menores que um campo de futebol, o que diminui ainda mais sua capacidade de sustentação ambiental. E mais, apenas 9% dessas áreas estão legalmente protegidas por Lei.
Para melhorar o "quadro verde" apresentado por Léo, segundo ele próprio, é preciso o envolvimento público social, cobrança dos poderes públicos e restauração e a recuperação de todos os biomas, incluindo proteção aos indígenas. 
No que diz respeito à Casa Comum, citada pelo bispo - como de responsabilidade direta da Região, Léo comentou sobre o Plano Municipal da Mata Atlântica e a lei de recuperação de todos os biomas, que exige compromisso de preservação de 17% de todos os biomas do país até 2020, meta iniciada apenas pelo município de Mendes.
A crítica à privatização da Cedae e a preocupação com a privatização de outros órgãos de água, principalmente da região, foi lembrada. No final da coletiva, a mesa forneceu material da Campanha. Manual, texto-base e folhetos quaresmais da CF-2017 foram fornecidos a representantes das comunidades e à imprensa, assim como cd e dvd, adesivos, camiseta, baners e cartazes.

quarta-feira, 1 de março de 2017

PORTELA DO RIO E TATUAPÉ DE SÃO PAULO GANHAM O CARNAVAL/2017

O Carnaval 2017 no Brasil, eixo Rio/São Paulo está definido:  a campeã carioca, pela 22ª vez, depois de um longo jejum, é a Portela de Madureira, zona norte da cidade. E ganha pela primeira vez o título, a paulista Acadêmicos do Tatuapé, fundada em 1952, da zona leste da Capital, com o nome de Unidos do Santa Isabel. A escola chegou ao vice-campeonato no carnaval do ano passado. 
 Do Berço Sagrado da Humanidade à Abençoada Terra do Grande Zimbabwe (Rovena Rosa/Agência Brasil)
O presidente Eduardo Santos e membros da Escola recebendo o estandarte
(Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)
No Rio, a portela desfilou com um enredo exaltando os rios: "Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar". Seu último título foi em 1984, quando cantou "Contos de Areia". 
De acordo com a Agência Brasil (EBC), o segundo dia de desfile das escolas do Grupo Especial foi marcado por enredos que faziam homenagens. E a Portela homenageou os 450 anos da cidade do Rio de Janeiro com ousadia. 
Abriu, praticamente, o desfile com drones que simulavam bolas de futebol e , depois, paraquedistas saltando de helicóptero, em plena Marquês de Sapucaí. 
O carro abre-alas trouxe a tradicional águia, só que, deitada. A grande surpresa foi a ave abrir asas e se transformar em um grande Cristo Redentor. 
Na folia paulistana, a Dragões da Real, uma escola nova como a da zona leste - já com alguns títulos - conforme comentários, estava cotada entre as prováveis campeãs. Trouxe o baixão para a avenida e o cantor Fagner, de Canteiros, com sua voz característica.

A Vai-Vai reclamou de óleo na pista, a exemplo da escola carioca Salgueiro, que só saiu após a limpeza na Avenida. A Nenê da Vila Matilde falou de Curitiba e levou para o desfile a boa iniciativa do transporte de lá, mas não conseguiu se manter no grupo especial, caiu para o segundo grupo, junto com a Águia de Ouro. A Rosas de Ouro foi a última a desfilar e veio cantando culinária.
Mas, a vencedora foi a Acadêmicos de Tatuapé, que teve a mesma pontuação da Dragões e conseguiu o desempate no último quesito, como o enredo: "Mãe África conta a sua história: do berço sagrado da humanidade à abençoada terra do grande Zimbabwe."
A escola desfilou com 2,6 mil integrantes. Seu presidente, Eduardo dos Santos, comemorou: "Levamos 64 anos para fazer essa festa aqui. Precisamos comemorar esse título inédito da nossa escola. Foi bonito demais. Foi na última nota, no ultimo segundo".

Texto com base em notícias de o Jornal Hoje (TV Globo), tuitadas p/ César Dulcidi e reportagens da Agência Brasil (EBC) - Foto de reportagem da EBC.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

PARA PEGAR FEBRE AMARELA NO BRASIL A PESSOA SÓ PRECISA TER DUPLO AZAR

A epizootia é a epidemia entre os macacos. A epidemia de febre amarela nesses animais foi explicada pelo virologista Luiz Tadeu Figueiredo, na reportagem de O Globo do dia 24 de Janeiro deste ano. O médico e professor titular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, um dos mais experientes especialistas em arboviroses do Brasil, afirmou que, para pegar febre amarela silvestre no país, a pessoa só precisa ter duplo azar: não ser vacinada e ser picada por um mosquito que picou um macaco infectado. Segundo ele, um tipo de azar que não é raro, é previsível.
O exemplo é a morte de um homem em Ribeirão Preto, estado de São Paulo, no final de 2016, conforme confirmou Figueiredo, que é professor titular da cadeira de Doenças Infecciosas e Tropicais e coordenador e coordenador do Centro de Pesquisa em Virologia da universidade do município.
Ele disse que um surto da proporção do que atingiu os primatas pode ir "até onde as matas o levar". Já nos seres humanos, até onde a vacinação for suficiente. "Visitar áreas de mata sem vacina é um péssima ideia", disse o virologista. 
NO Brasil, a vacinação precisa ser preventiva. As autoridades precisam estar atenta e não esperar uma epidemia chegar para começar a vacinar a população. É a opinião do médico, que acredita na mutação do vírus por causa da impressão do proliferação da doença: a pior das anteriores da História recente do país.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

NOSSOS OLHOS NASCERAM JUNTO COM O MUNDO

Poesias oitentistas são aquelas construídas por mim na década de 1980. Algumas, já desfilaram aqui por esse blog, como Moleque Mundo, As Esquinas dos Olhos e Devorando a Paisagem
Hoje, trago mais uma, encontrada no meu baú. Quando uso essa palavra, não tem como não lembrar do "velho poeta"  Mário Quintana.

NOSSOS OLHOS NASCERAM JUNTO COM O MUNDO

O meu perímetro afetivo 
foi invadido pela sua silhueta franzina
Do seu amor, sou já um efetivo
Vejo-a, antevejo-a lá longe, no umbrífero da mente
mas, não vejo motivo 
para estar assim tão trêmulo; sem voz?
Nós somos ainda tão estranho um para o outro
a conheço tão pouco e não sei a razão
desse querer assim, desse querer por fim 
Em algo que nem começou direito
Talvez essa pressão no peito
Esse jeito de amar meio sem jeito
Não seja um defeito
E esse terrível medo de sofrer de novo
seja a estigma de todo apaixonado
seja a enigma para se permanecer amado
Mas, mesmo assim, vou deixar o medo de lado
E quando, lado a lado, o encontro nos colocar a sós
Mesmo se não houver voz
Vou oficializar o meu querer
Crestar esse temor que congela os sentimentos
Somos ainda tão estranhos um para o outro
Mas, quando nos olhamos no âmago, tão fundo
Parece que nossos olhos nasceram junto com o mundo 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

ENTRE BEM E MAL, MINISTRO DEFENDE A LEGALIZAÇÃO DA MACONHA

A reportagem de o Globo sobre os efeitos da maconha à saúde vem à tona depois do posicionamento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luis Roberto Barroso, declarar-se a favor de sua legalização, assim como da cocaína, como forma de combate ao tráfico de drogas. Segundo ele, a medida pode aliviar crise no sistema penitenciário.
Especialistas revisaram literatura sobre o uso da maconha e analisaram mais de 10 mil pesquisas de estudos que são feitos desde 1999. E as evidencias são de que a droga é boa no tratamento para pacientes com espasmos musculares relacionados à esclerose múltipla, no alívio de dores crônicas em adultos e na eliminação de náuseas e vômito para os que fazem quimioterapia.
Em indivíduos com esquizofrenia e outras psicoses, estudos mostram um melhor desempenho em tarefas de aprendizagem e memória, ligado a um histórico de consumo "moderado". Por outro lado, a utilização constante da droga torna o usuários mais propenso à ideia de suicídio; naqueles com transtornos bipolar, seu uso diário, à um aumento dos sintomas.
A reportagem, que traz oito itens sobre a questão, faz uma comparação entre benefícios e malefícios e cita a professora Marie McCormick, autora de um estudo na Universidade de Harvard, que aponta uma mudança de cenário em relação à droga.
Para o ministro Luis Roberto Barroso o que dá poder ao tráfico é a ilegalidade. Uma vez que a liberação desse certo com a maconha, partiria para a legalização também da cocaína. "Tratar como se trata o cigarro. Uma atividade comercial. Ou seja: paga imposto, tem regulação, não  pode fazer publicidade, tem contrapropaganda, tem controle", disse o ministro.