06 junho, 2018

DRAGAGEM DE RIO QUE ORIGINOU O NOME BARRA MANSA VAI DURAR 4 MESES

Dragagem do Rio Barra Mansa ( córrego do Boa Sorte)
O dia mundial do meio ambiente e da ecologia não passou em branco em Barra Mansa. Nos próximos quatros  meses, o marco relacionado à data é a dragagem do rio que originou o nome da cidade. O córrego do Boa Sorte, como ficou conhecido, nasce no município de Rio Claro, e sua limpeza começou no dia 15 de Maio. Cerca de mil toneladas de entulhos, formada por lixo, móveis, eletrodomésticos e até pneus, já foram retiradas do afluente, conforme notícias da assessoria municipal e jornais da região.
A máquina que faz o trabalho só conseguiu acesso rio pelo bairro São Luiz, já que, no Bairro Boa Sorte, e parte do Nova Esperança, suas margens estão tomadas por moradias. Finalizado o trabalho de limpeza, reuniões com associações de moradores e a comunidade servirão para conscientizar os moradores da importância da preservação deste principal afluente do Rio Paraíba do Sul. A educação ambiental é o instrumento que as autoridades dispõem para recuperação desse importante bioma de Barra Mansa.
O coordenador municipal de Resíduos Sólidos, Jackson Rabelo, disse à imprensa que o trabalho de desassoreamento já avançou 400 metros lineares do rio, dispondo cerca de 800 metros de margem. Segundo ele, o ganho ambiental ainda será maior, pois com o aumento da velocidade do curso d’água e a ampliação da bacia, diminui-se o risco de grandes enchentes.
Um grande número de moradores ribeirinhos da ruas Florianópolis, no bairro Nova Esperança, Amadeu e Resende, nos bairros Boa Sorte e São Luiz, por causa das últimas enchentes, passaram a utilizar somente o segundo andar de suas casas. Algumas, até hoje, estão desabitadas.

Foto Extraída do site da prefeitura de Barra Mansa - 

05 junho, 2018

SERVIÇO DE RECUPERAÇÃO DE RUAS, LIMPEZAS DE PRAÇAS E CÓRREGOS É FEITO PELO SAAE/BM

Recuperação da Praça Unidade Básica de Saúde 
Foto feita pela assessoria de comunicação do Saae/BM
O Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Barra Mansa (Saae/BM) vem realizando obras de recuperação de patrimônios públicos, limpeza de praças, córregos e de urbanização. Segundo o diretor executivo da Autarquia, Fanuel Fernandes, além de roçada, capina e limpeza, com a pintura de meio-fios, são feitas ainda reformas em calçadas e a recuperação de calçamento, com recolocação de bloquetes e paralelepípedos. 
No bairro Vista Alegre, por exemplo, um dos maiores do município, foram reformadas diversas praças, inclusive a Praça da Unidade Básica de Saúde, onde ocorre tradicionalmente, há mais de 30 anos, a Festa do Trabalhador.
Outro trabalho realizado pelo Saae/BM é a preparação de diversas vias, para as ações de recomposição asfáltica, que é feita pela Susesp (Superintendência de Obras e Serviços Públicos), órgão da prefeitura. Ações que atingem toda a cidade e acontecem simultaneamente com os mutirões, que visa atender todos os bairros da cidade, em suas necessidades estruturais. 
Atividade que vem agrando moradores dos bairros, organizada pelo Saae/BM, é o serviço itinerante. Uma equipe é direcionada a um bairro, num  determinado final de semana, para a execução de diversos tipos de atendimento. O último Saae Itinerante aconteceu no bairro Boa Sorte.

04 junho, 2018

CASARÕES CENTENÁRIOS NO CENTRO DE BARRA MANSA CORREM RISCO DE EXTINÇÃO

Situação atual do Palácio Barão de Guapy
Tapumes ao redor
Os dois prédios históricos localizados no Centro de Barra Mansa necessitam de obras de recuperação. O casarão da antiga estação, usado para exposições de arte, e o Palácio Barão de Guapy, onde funcionou a Câmara de Vereadores e anteriormente a sede da prefeitura, estão com as pinturas descoradas e em precário estado de conservação. O Palácio, que já tem o anuncio de sua recuperação,  depois de ter sido isolado (todo cercado e iniciado uma escavação entre o prédio a a entrada do Parque Centenário) parece ter se deteriorado  ainda mais. A opinião de barra-mansenses é que os casarões centenários estão sujeitos à extinção.

Verdade ou não, é notório que a placa informando da implantação de um Corredor Cultural entre o Palácio e o Parque já está com o seu prazo correndo. A obra, orçada em cerca de 1 milhão de reais, foi dada como iniciada em 20 de novembro de 2017, com exatos doze meses para ser concluída. Mas, não se vê nenhuma movimentação de trabalhadores no local e o estado do reboco, da pintura e da madeira dos grandes janelões já dão sinais visíveis de avançada deterioração.
Anúncio de início da obra: Nov/2018
Há informações que figuras do meio artísticos e defensores do patrimônio histórico do município estejam cobrando a continuidade da obra junto à prefeitura. No passado, há cerca de 40 anos, o casarão centenário da antiga estação quase chega à demolição, tal o estado de abandono e descaso que se chegou. Na disputa entre conservadores da História e os desenvolvimentistas, esses últimos teriam sido os suspeitos de atear fogo no casarão, que quase foi ao chão.
Fotos: Cesar Dulcidi -