quinta-feira, 24 de novembro de 2016

POR MAIS CONHECIMENTO ESCOCESA IMPLANTA CHIPS E ÍMÃS NO CORPO

Lept implantou o 1º chip no corpo em 2007
Lepht Anonym é uma jovem escocesa que resolveu usar a tecnologia no próprio corpo. Ao invés de levar o cartão ao caixa eletrônico ou às compras, ela própria interage com mundo externo. Além de microchips no corpo, Lepht tem ímãs nas pontas dos dedos, o que lhe permite dimensionar a distância entre suas mãos e os objetos. Em quase 10 anos, foram mais de 50 procedimentos cirúrgicos.
A primeira experiência, conforme reportagem da Folha/BBCBrasil - que acompanhou um dos procedimentos cirúrgicos feito por Lepht Anonym, foi em 2007, quando implantou um chip digital com um kit de operação esterilizado e a ajuda de uma amiga, estudante de medicina.
Muitos vão dizer que não é nada novo, pois alguns bancos já fazem a leitura por biometria por meio da palma das mãos, porém, nenhum ser humano traz um chip no corpo, avaliou um jovem da região, adepto da iniciativa.
A escocesa Lepht Anonym afirma que não aconselha ninguém a fazer igual, nem a se submeter a processos amadorísticos que trazem problemas e dores. Ela busca com a medida adquirir mais conhecimentos e melhorar seus sentidos.
Prefiro sofrer com muita dor e adquirir conhecimentos do que evitar a dor e ficar sem esses conhecimentos, disse ela à reportagem de a Folha/BBC-Brasil. Lepht define o que faz há tempos como "transumanista", uma técnica usada por pessoas que busca uma melhor qualidade de vida por meio da tecnologia. A reportagem cita um dos principais teóricos do movimento transumanista, o filósofo britânico Max More.

Com base em reportagem de a Folha de São Paulo -
Foto capturada via computador da mesma reportagem -

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