domingo, 26 de junho de 2016

BREXIT E O DIVÓRCIO DO REINO UNIDO DA GRÃ-BRETANHA DA UNIÃO EUROPEIA

O assunto mais falado na Imprensa foi e será a saída do Reino Unido da União Europeia. A polêmica está formada: mais de 2 mil assinaturas brotadas do seio do povo pede um novo referendo. E já há reportagem de jovens reclamando da dificuldade que terão de trabalho. Líderes das grandes nações se manifestam, como se tivessem pisando em ovos, cada um mais cuidadoso que o outro, com medo de “magoar”. E a palavra mais perto que encontro, e me lembro da expressão do comediante Tom Cavalcante.
Brexit, um nome que me faz lembrar do Apartheid – que foi outra coisa que causou confusão de entendimento entre as pessoas, as que, na verdade, desconheciam o que ocorria na África do Sul. Agora, misturam britânicos com saída; separação e divórcio, palavras mais usadas entre jornalistas, para definir o que ocorre na Grã-Bretanha.
Segundo opiniões que leio, aleatoriamente, os que mais sentirão o desligamento ou desconexão com toda a Europa, são, na realidade, os que moram fora dos países que compõe o Reino Unido. E há muita gente pensando, quando as informações pipocam de todos lados, que é a Inglaterra a deixar o bloco. Não entendem que há na verdade mais países envolvidos na questão: o país da grande e famosa Londres, a Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, este um Estado soberano.
Vou ser sincero: até eu nunca entendi muito bem essa junção de países, Em que lugar, geograficamente, fica a Grã-Bretanha, e onde está o Reino Unido? Agora, sei, eles estão divorciados da União Europeia. E da Nações Unidas?
Mas, pergunto: não teria sido mais fácil para as nossas cabeças se o divórcio tivesse ocorrido com a França; ou a Grécia - ainda em crise; ou a Alemanha? Não, a Alemanha não! Penso que, se fosse ela, a criadora do bloco, a confusão poderia ser maior: e agora, eles vão reerguer o muro?

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