domingo, 28 de fevereiro de 2016

CONSÓRCIO BARRA MANSA AUMENTOU TARIFA EM 15% NUM ESPAÇO DE DOIS MESES

Ônibus do Consórcio Barra  Mansa ganharam mesma cor
A falta de concorrência é ruim para o consumidor, isto em qualquer país. No Brasil, os exemplos de prejuízos na qualidade são muitos, principalmente em cidades pequenas, com menos de 200 mil habitantes. Em Barra Mansa, um exemplo claro e gritante está no transporte coletivo, que praticamente há 50 anos é monopólio de dois ou três empresários. A atual administração municipal criou um "pseudo" consórcio de empresas de ônibus" (Consórcio Barra Mansa) que se diz em benefício da comunidade, mas que só serviu para “ferrar” a população e aumentar mais fácil a passagem.
A população recebeu hoje (28) a segunda punhalada: o aumento da passagem. A primeira foi a mentira do consórcio que tinha como proposta a união de linhas, para que a cidade não ficasse dividida.
Os ônibus em ponto no Centro da cidade
Criado já com um monte de restrições para que ninguém tivesse direito: com relação à idade, recebimento de vales transportes e locais da troca de ônibus, o consorcio realmente nunca existiu, ninguém nunca teve facilitação para se locomover de um bairro ao outro e a passagem ficou ainda mais cara.
Em resumo, o município permanecesse dividido. O Consórcio Barra Mansa veio para conseguir reajustes mais fáceis e enganar a população com um protótipo simplório: assusta o povo com um aumento de quase vinte por cento, para conseguir quinze. E o prefeito assiste calado.
Uma passagem que era R$ 3,00 em novembro de 2015, um valor fora de proporções para a maioria das linhas da cidade de Barra Mansa, e que passou para R$ 3,15 em dezembro e HOJE, literalmente está a R$ 3,40. Que aumento é esse?
As empresas usaram da técnica simplória do impacto: protocolaram junto à Prefeitura um valor bem alto, a fim de obter o pretendido. Ou, uma prática de venda, muito usada: se oferece o preço mais caro, para baixar, a titulo de desconto.
O prefeito de Barra Mansa usou de hipocrisia no Rádio, mostrou-se muito indignado, dizendo que não permitiria o aumento, de forma alguma, de três e sessenta, mas, permitiu os três e quarenta, em total desrespeito à população. Puro cinismo!

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