sábado, 23 de maio de 2015

WHATSAPP MUDA APENAS O DESIGN E AS AMEAÇAS DE INTERRUPÇÃO NÃO SÃO OFICIAIS

A notícia de que o WhatsApp pode ou vai sair do ar ainda circula por fontes não oficiais. Recentemente, circulou entre usuários do próprio aplicativo, que o mesmo passaria a ser cobrado, mas a única coisa que aconteceu foi a mudança do design. A verdade é que ameaças contra a internet e interrupções de serviços acontecem em diversos países em situações que envolve interesses econômicos, segurança nacional e terrorismo. 
Quer seja no Brasil, onde um juiz piauiense ameaçou bloquear o serviço, ou no Reino Unido, Bangladesh e Paquistão - por atrapalhar as investigações de terrorismo. Ou, ainda, na Arabia Saudita, que em 2013 tentou tirá-lo do ar por não se adequar às comunicações do país.
Quer seja na Síria, país em guerra há mais de três anos e que tem o aplicativo para realçar a Primavera Árabe, e que mesmo assim o suspendeu em 2012.
O certo é que, acabar com o serviço torna-se "um golpe à liberdade e de comunicação em todo o mundo", publicou o próprio WatsApp e seu Twitter. Uma ameaça à Constituição Brasileira e de outros países, conforme pensa a opinião pública mundial.
O desembargador Raimundo Nonat da Costa Alencar derrubou a decisão de outro magistrado brasileiro que determinava a colaboração do serviço à investigação sobre pedofilia, por entender que "não era razoável bloquear um serviço que afeta milhões de pessoas". 
Em 2014, o presidente do Irã, Hassan Rouhani, se empenhou pessoalmente para garantir a permanência do serviço. O certo é que muitos governos foram criticados por restringir a liberdade de expressão. 
Ameaças como as que recaem contra o WhatsApp já foram direcionadas as outras redes sociais e por causa do terrorismo último na França, existem uma pressão direta à empresas como Google e Facebook.

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