sexta-feira, 1 de maio de 2015

BARRA MANSA PARA E APLAUDE O SEPULTAMENTO DE COORDENADOR DA DEFESA CIVIL

Um toldo foi montado no Cemitério Parque para a cerimônia de despedida de Natanael
Barra Mansa parou ontem (30) por volta das 15h, quando o cortejo que levava o corpo do coordenador da Defesa civil, Carlos Natanael Jeremias, de 44 anos, que morreu depois de um ataque cardíaco fulminante, passou pela área central da cidade. O féretro saiu do Palácio Barão de Guapy (antiga Câmara Municipal), onde ocorreu o velório, atravessou a passagem de nível da Praça da Liberdade seguindo até o Viaduto da Prefeitura, em direção ao Cemitério Parque São Francisco de Assis, no Ano Bom. O ex-comandante da Guarda municipal foi enterrado com honras militares, aplaudido por quase mil pessoas, entre militares, parentes e amigos. 
Na celebração de despedida, antes da descida do corpo ao túmulo, a Guarda Municipal se pôs em forma e um dos membros lembrou dos 24 anos de dedicação do colega à segurança patrimonial da Prefeitura, que dizia ser sua casa.
- Me lembro dele na barra da saia mãe desde criança, disse, entre outras lembranças emocionadas. A mãe de Natanael, que morreu quando praticava exercícios no Parque da Cidade, na noite de quarta-feira (29), a cozinheira Dona Ana, aposentou no SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), depois de mais 20 anos de serviço prestado à autarquia da Prefeitura.
O pastor José Edson discursou sobre a saudade que todos vão sentir do guarda municipal, principalmente os familiares, e "dos que lembrariam do que poderiam ter feito e não fizeram". Mas, que as pessoas são assim mesmo,”despreparadas para a morte e impacientes com o tempo”. 
O guarda municipal Carlos Natanael Jeremias era muito querido não só em Barra Mansa, como na região. A Defesa Civil de Volta Redonda de outras cidades vizinhas como Quatis, Itatiaia e Resende, além de representantes das polícias militar e civil, e do 7º GBM/BM (Grupamento de Bombeiro Militar), acompanharam o cortejo, junto com outros diversos carros oficiais. 
A medida que o carro com caixão, amparados por companheiros de trabalho, passava, a população aplaudia. 
- Uma comoção e um sepultamento que grandes políticos, militares ou figurações da cidades nunca tiveram, dizia o ex-presidente de associação de moradores do bairro São Francisco de Assis. 
O advogado do SAAE, Albano Valério, filmou parte da carreata e no viaduto e viu quando o carro da Defesa Civil, que transportava o corpo, parou no topo do viaduto, de frente para o Centro Administrativo Municipal para prestar a última homenagem com um toque de corneta efetuado pela Guarda. Ele mereceu toda a homenagem prestada, sentenciou a servidora pública Maurinéia.

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