domingo, 24 de novembro de 2013

REGISTRO DE UM POEMA DE AMOR DE MUITAS CORES

Este poema surgiu na minha inspiração antes virada do século. Foi retocado durante a primeira década do terceiro milênio e, ainda agora, não ficou pronto; mas, registro-o, neste domingo, antes que ele perca seu colorido.

AMOR DE TODAS AS CORES

Quando você me olha com esse cabelo amarelo,
Esse olhar verde...
e me pede um beijo azul
Fico branco, fico vermelho, porque no fundo, sem cor
O nosso amor é âmbar como mel
E não dá nem para justificar esse gostar colorido
Assim como não dá para explicar o azul do céu
E para explicar você, o amor e o céu, só em versos:
o amor está em você,
o céu no universo e você...
Ah! você? ...
deve ter vindo do infinito 
toda vestida de estrelas
os cabelos enfeitados de planeta
mais rápida que um cometa
Com um sorriso tão lindo,
mas... tão lindo!
Que na mente é definito infindo
Algo que ninguém pode roubar
Pois mesmo sem pensar o amor,
o pensamento é impar  

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