terça-feira, 8 de junho de 2010

SEMPRE UM QUERENDO ENGOLIR O OUTRO

De poeta para poeta. É bom ver isto. E o que quase não se vê em outras profissões, onde tem sempre um querendo engolir o outro. Abaixo, o Bandeira escreveu sobre e para Quintana.

“Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares.
...
São feitos esses cantares
De um tudo-nada; ao falares,
luzem estrelas e luares.
...
Por isso peço não pares,
Quintana, nos teus cantares...
Perdão! digo quintanares.

De Manuel Bandeira para Mário Quintana


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