domingo, 26 de julho de 2015

HOPI HARI: ATRAÇÕES DE TIRAR O FÔLEGO E BRINQUEDO FECHADO POR CAUSA DE MORTE

Visitantes aguardando a abertura do Parque
O Hopi Hari, parque localizado na cidade de Vinhedos (SP), recebeu a visita de minha família no último domingo (19), dia em que minha filha caçula, Paula, fez 13 anos. Aliás, a visita foi um pedido dela. O parque, realmente, oferece brinquedos de tirar o folego, mas mantém alguns desativados, como o tokaia, chabum, eléktron, ekatomb, evolution, rio bravo e o la tour eiffel, Este, segundo visitantes e as Notas de Esclarecimentos, permanece fechado desde o acidente fatídico, em fevereiro 2012, que matou uma adolescente. 
Na fila da montanha-russa
O passeio bom, mas, um dia é pouco para aproveitar os brinquedos, mesmo com muitos desativados. Filas para todas atrações, a maioria com demora de, no mínimo 1 hora.
Segui a preferência da família: Paula, Thata e a esposa Luciana (Lu). No Montezum, o brinquedo mais procurado, teve filas o dia todo. Foi a Montanha-russa mais contagiante que já fui, da qual fomos avisados da grande procura. Entramos, já procurando sua fila. 
O trem da Montanha-russa tem capacidade para 24 pessoas e - o mais incrível - em sua viagem ele passa sob a rua de chegada ao Hopi Hari. Não sei como, mas Lu conseguiu filmar. Eu, quase perdi os óculos e a máquina fotográfica e a Thata e a Paula ficaram mudas. Rafael, namorado da minha filha Thata, ficou de fora, não sente segurança no brinquedo.
O trem da montanha-russa com 24 passageiros
Vi no site do Hopi Hari que é a quinta maior montanha-russa de madeira do mundo, com 1024 metros, que são percorridos em 58 segundos, a uma velocidade de 103 Km/h. Lu saiu alucinada, gritando: Eu quero mais, eu quero mais. Achei que estava sobre efeito do nervosismo.
A Giranda Mundi, a popular roda-gigante, com seus 44 metros de altura – que deixou Thata e Rafael paralisados, é o brinquedo que dá oportunidade ao visitante de fotografar ou filmar toda a extensão do parque, do alto. 
O Vurang, na verdade, é um Montezum mais lento, dentro de um prédio tipo coliseu, onde os carros, para duas pessoas, giram sobre seu próprio eixo, enquanto desliza por trilhos subindo e descendo. Não é ruim. 
La tour eiffel
O Simulácron, última diversão, de fila mais rápida, não parecia, mas foi sensacional. É um grande cinema, com capacidade para 60 pessoas de uma só vez, onde eu, Lu e a Paula viajamos ao passado, em meio as dinossauros, e ao centro da terra.
Numa tela gigante, em sistema de três D, passa um filme, com o roteiro citado, e nós, na cadeira (que balança, tremula e dá solavancos), presos por um cinto de segurança, vivenciamos uma viagem sobre o mar, precipícios, vulcão em erupção. É como se tivéssemos dentro do filme. Emocionante. 
A cidade do Faroeste americano, inclusive com um Saloon, onde funciona um restaurante, me chamou a atenção. Não vou falar aqui sobre os brinquedos fechados, apenas vou citar o Rio Bravo, que vi o canal sem água e imaginei corredeiras, com seus barcos de formas arredondadas, que seria um bom divertimento. Imaginei que a crise d'água pode ser a responsável pela sua inatividade.
Abandono - Achei o Hopi Hari meio abandonado, com aparência de velho e descuidado, apesar de uma limpeza impecável. Consulto a internet e encontro reclamações parecidas, com pessoas questionando o valor, que poderia ser menor, uma vez que diversas atrações estão fechadas ao público.
Ouvi, em meio as filas, alguém falar sobre as condições do parque e na possibilidade de ser administrado pela Disney. Boatos que parecem absurdos, mas reflexos de insatisfações na busca de mudanças. 
Acidente - É mencionado pelo parque em Nota de Esclarecimento, de 24 de fevereiro, informando que neste dia, uma visitante de 14 anos, que estava no brinquedo La Tour Eiffel, se acidentou em morreu em hospital de Jundiaí.
Fotos: Arquivo pessoal -

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