domingo, 20 de julho de 2014

BARBIE CAIU COMO O BRASIL E O LEITE DE ROSAS SOBREVIVE

Cantores, acontecimentos, modas, coisas, objetos, brinquedos e até mesmo carros vêm e vão. É o ciclo da vida lembrado no filme Rei Leão, que curti há tempos com a minha caçula, agora na onda do facebook e do celular. No início do ano, a expectativa era Copa, a segunda realizada em terras tupiniquins; a segunda que o país não sai vitorioso. 
As coisas são assim: mudam, inovam, caem, saem de moda; uns ganham outros perdem. Só posso dizer que uso leite de rosas como desodorante há 30 anos, e ele nunca saiu do mercado, mas  perder é tão natural quanto ganhar.
Até o bandido, quando assalta, informa que você perdeu. E pelo jeito, a população entendeu isso melhor que os comunicadores da TV, principalmente da poderosa rede globo: dá impressão que alguns ainda não se conformaram com a derrota brasileira; com os 7 a 1 tomados da Alemanha.
Ou se trata de uma jogada de política?
Na verdade, a maioria da população esclarecida está preocupada é com os aumentos, com as eleições e com a conjuntura a se desenrolar até o final do ano.
Nas escolas, a febre do celular nunca foi tão prejudicial e chega a um ponto em que é preciso aproveitá-la didaticamente. Quanto mais se proíbe, mais chama a atenção da molecada.
Vitória ou derrota não afetaram os alunos.
Entres tantas notícias que desfilaram até aqui, este ano, destaco esta: “Barbie não é mais a queridinha”. A venda da boneca mais famosa das décadas de 70 e 80 caiu, assim como a seleção brasileira de futebol, que também não é mais a mais querida.
Em tempos de celulares cada vez mais modernos; novidades tecnológicas que caem no gosto popular e juvenil, se tornando atrativo às crianças, a Barbie não poderia mesmo sobreviver.
Mas, o Brasil, o único a participar de todas as copas, afirmo aos comentaristas, sobreviverá.

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