domingo, 4 de agosto de 2013

DIA DO PADRE E A JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Julho foi o mês da Jornada Mundial da Juventude, uma atividade da Igreja Católica que talvez tivesse passado despercebida, não fosse a visita do Papa Francisco. Venho lembrar isto, porque constato no calendário que hoje é Dia do Padre. Uma data que teria também passado despercebida, não fosse a visita do Papa. E tenho certo que esse Santo Padre, como é chamado o chefe maior da Igreja Católica, impressionou a muitos brasileiros e estrangeiros com sua simplicidade.
Talvez a aproximação e o cuidado dele com a imagem de N. Sra. Aparecida, presente na missa da Basílica de Aparecida e em outros encontros - o que é natural em um país onde a santa é muito venerada, tenha assustado alguns, tocados pelo carisma do Vigário de Cristo, como também é chamado o chefe maior da Igreja Católica.
Ouso dizer que, o argentino Jorge Mário Bergoglio, o Papa Francisco – nome sugerido por um colega cardeal brasileiro, é sim o representante de todos os padres católicos e líder maior da Igreja no mundo, deste 3º milênio. E me orgulho ao ouvir dele próprio o jargão tão divulgado, agora sei que mundialmente, de que “Deus é Brasileiro”. E o brasileiro, se já tinha gostado do jeito do Servo dos Servos de Deus, como também é chamado o Papa, entrou em êxtase com a revelação dele próprio de que “se o Papa é argentino, Deus é Brasileiro”.
A História dos homens é feita por homens e denominações da qual se valem os dois gêneros na construção de sua fé. E nenhum homem – seja católico, protestante, crente, descrente, ateu ou de qualquer outra associação religiosa – poder medir a fé de cada um. E o Deus criador, por intermédio de Jesus Cristo, se faz presente em cada ação de homens e mulheres que propagam a sua fé. Assim como o Soberano do Estado da Cidade do Vaticano, como também é chamado o Papa. O padre Primaz da Itália e Arcebispo metropolitano da Província Romana, como também o chamam.

                   * * * * * * *
Transcrevo, abaixo, um poema de Mário Quintana: 
"Se eu fosse um padre."

Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
não falaria em Deus nem no Pecado
-  muito menos no Anjo Rebelado
e os encanto das suas seduções,

não citaria santos e profetas:
nada das suas celestiais promessas
ou das suas terríveis maldições...
Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

Rezaria seus versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram
e quem me dera que alguns fossem meus!

Porque a poesia purifica a alma
... e um belo poema – ainda que de Deus se aparte –
um belo poema sempre leva a Deus!

 Do livro Nova Antologia Poética, Editora Globo, 1988, p.105 -

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