domingo, 14 de fevereiro de 2016

O ESPECTRO DO "AEDES AEGYPTI" E AS CAMPEÃS DO CARNAVAL DO RIO E DE SÃO PAULO

Este ano, não me detive aqui para escrever sobre as vitórias ou qualquer coisa sobre o Carnaval. Vivemos, atualmente, o espectro de um único folião: o Aedes Aegypti, que, sozinho, faz bastante estrago. Imagine se juntar-se a uma escola carnavalesca. O tal citado mostrou ser capaz de provocar as três doenças de uma vez: dengue, zica e chikungunya.
O evidente é que, a primeira já assustava. Mas, como o assunto ainda é carnaval, a estigma do Aedes (leia-se ideia) não deve ter faltado aos blocos e foliões, por este país afora, que usaram o nome do próprio ou das doenças. Cite aí, no comentário, se souber de algum. Zica Folia, Bloco da Dengue ou Acadêmicos do Chikungunya, são só exemplos.
No que se refere ao carnaval carioca, coincidências à parte, ainda neste papo de dengue, zica e chikungunya, a  popular Dona Zica, esposa de Cartola, foi sambista da Estação Primeira de Mangueira, a grande campeã do Carnaval do Rio de Janeiro de 2016.
Trocadilhos à parte, com relação à campeã, brincadeiras com Cartola, marido da sambista, dizendo que ele sempre pegou Zica, sem se contaminar, foram  bem criativas nos grupos do WatsApp.
Passado o Carnaval, virou tradição, no sábado seguinte, o desfile das campeãs, pelo menos no Rio, onde a Mangueira, junto com as cinco escolas mais votadas, desfilou. A Império de Casa Verde, vitoriosa em São Paulo, iniciou seu desfile ainda na madrugada de sábado, pois a comemoração paulista começou na sexta-feira.

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